Na última segunda-feira, a ponteria Jaqueline anunciou a perda do bebê que esperava, fruto do seu casamento de dois anos com o também jogador Murilo, que foi dispensado pelo técnico Bernardinho da primeira rodada da Liga Mundial, para ficar ao lado da mulher.Jaqueline anunciou sua gravidez logo após o final da Superliga, na qual foi vice-campeã pelo Sollys/Osasco, perdendo a final para o time da Unilever, comandado por Bernardinho, quando a expectativa era que a jogadora acertasse sua ida para o Sesi/São Paulo, que apresentou nesta segunda-feira sua equipe feminina.
O empresário da atleta, Jorge Assef Neto, confirmou que o acerto esteve perto, mas a gravidez mudou os planos. “Se ela não tivesse ficado grávida, ela estaria no Sesi.”.
Mesmo que queira defender a mesma equipe do marido (Murilo foi campeão da última edição da Superliga pelo Sesi), Jaqueline não poderia já que a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) tem um ranking das atletas e atribui pontos a cada uma delas, limitando a pontuação de uma equipe em 32, para garantir o equilíbrio do campeonato.
Pelo ranking da CBV, Jaqueline é uma jogadora de sete pontos e o elenco do Sesi já totaliza 31, o que impossibilita a negociação. A única das grandes equipes ainda com espaço para receber a ponteira é o Sollys/Osasco, time o qual ela defendeu na última temporada, porém o empresário da atleta não confirma o acerto.
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